5 tendências de consumo para ficar ligado em 2018

Confira as principais tendências que influenciarão o comportamento dos consumidores nesse ano, segundo estudo da TrendWatching


Da Redação

A TrendWatching, empresa líder em pesquisas de consumo e mercado, divulgou um relatório com as tendências que deverão influenciar o comportamento do consumidor nesse ano. Confira!

1. A-commerce
Hoje as mudanças no mercado e no comportamento dos consumidores são impulsionadas pela automação dos dados. O a-commerce (automated commerce – ou “comércio automático”, em tradução livre) é uma tendência que prova que, cada vez mais, os clientes buscarão conveniência, praticidade e personalização na hora de comprar. De acordo com a análise do Trendwatching, em 2018 veremos impactos diretos na interação entre os consumidores e as marcas por conta de tecnologias de automação – especialmente no varejo.

A tendência é que os consumidores passem a terceirizar determinadas etapas da jornada de compra utilizando sistemas inteligentes que podem, automaticamente, realizar tarefas como: pesquisar, negociar e até comprar, pagar e configurar a entrega do produto ou serviço.

2. Assistência ao desenvolvimento
Um estudo do IBGE mostra que um a cada quatro jovens brasileiros de 25 a 34 anos vive com a família. Enquanto na década de 1970 a idade média em que os casamentos aconteciam era 23 anos, em 2010, esse índice saltou para a faixa dos 30 anos.

Definitivamente, a vida adulta como era conhecida alguns anos atrás já não é a mesma – e também chega muito mais tarde. De acordo com o estudo da TrendWatching, os consumidores atuais esperam que as marcas os ajudem nessa transição.

É disso que se trata a tendência da assistência ao desenvolvimento – que, em 2018, deve estar mais forte do que nunca. A nova geração quer que as empresas ensinem habilidades importantes para a vida adulta e também ofereçam a possibilidade de eles terceirizarem atividades diárias ou os ajudem a definir e alcançar objetivos pessoais.

3. Companheiros virtuais
No filme Ela conta a história de um homem que se apaixona pela assistente virtual do seu computador. Essa história ficcional pode se tornar realidade em breve. Isso porque outra tendência identificada na análise da TrendWatching é o fortalecimento da relação entre pessoas e assistentes virtuais – como a Siri e Alexa.

Levando em consideração que as pessoas estão passando cada vez mais tempo nas mídias sociais, e que essas plataformas podem gerar sensação de isolamento, a demanda por companheiros virtuais deve ter um forte crescimento nos próximos anos.

Estudos da Gartner mostram que, até 2020, as pessoas devem conversar mais com chatbots do que com seus próprios cônjuges. Dê olho nessa tendência, a Apple tem contratado engenheiros com especialização em psicologia com o intuito transformar a Siri em um terapeuta ou aconselhador digital.

4. Tolerância pós-compra
Os consumidores atuais estão acostumados com processos automatizados e convenientes e com personalização na hora da compra. O próximo passo, de acordo com o estudo da TrendWatching, é a demanda por adaptação após a compra. Cada vez mais os clientes vão exigir que as marcas tenham tolerância e os ajudem a reavaliar suas decisões.

É preciso levar em conta que os consumidores são o tempo todo bombardeados por opções de marcas – e novas empresas surgem a cada dia. Por isso, para conquistar a lealdade dos clientes, é preciso atender suas necessidades e preferências em todas as etapas – inclusive no pós-compra.

Em 2018, os consumidores irão esperar que as empresas os “perdoem” por decisões passadas e os ajudem a adaptar os produtos e serviços de acordo com suas novas prioridades e desejos.

5. Transparência da marca

O que acontece dentro da organização já não fica restrito ao ambiente interno. Em um mundo tão conectado como o atual, as ações internas da empresa se refletem rapidamente para o mercado e para os clientes. À essa tendência, que deve se tornar ainda mais forte em 2018, a TrendWatching dá o nome de Glass Box.

Uma nomenclatura muito apropriada, já que, assim como um caixa de vidro, as marcas estão totalmente expostas. Os clientes estão observando o tempo todo os seus valores, suas ações, seus relacionamentos – e tomando decisões baseadas no que eles podem observar.

E não adianta querer fechar as cortinas! Quando a empresa não é transparente em relação aos seus processos e à sua missão, os consumidores veem isso como algo negativo. A conectividade ajuda não somente as pessoas a buscarem por mais transparência, como também a criarem redes de apoio em busca de esclarecimento de questões “obscuras”.

Fonte: Sebrae



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