Empresas têm de mudar comportamento urgente

Doutor em Filosofia e Educação Científica diz que líderes precisam romper com posição abstrata corporativa

Gabriel Moura

PhD em Filosofia das Ciências pela Universidade de Sourbonne (França) e PhD em Educação Científica pela Universidade de Paris (França), Osvaldo Casonato Aragol ministra palestra em Goiânia. No próximo dia 11 de novembro, primeiro dia do II Congresso Internacional de Gestão Integral e Liderança em Coaching, ele vai falar sobre mudanças corporativas na palestra “Para que mudar, seu eu já sei? – Rompendo visões limitantes para crescer e inovar brilhando”.

Aragol lembra que transformações são essenciais e urgentes nas empresas, sejam elas pequenas, médias ou grandes. “Sem mudanças e inovações, as empresas não sobrevivem mais do que cinco ou dez anos”, afirma. Ele adverte que o grande problema, dentro das corporações, é a resistência que as pessoas têm em mudar. “A primeira condição para mudança é admitir que a gente só sabe a teoria. É preciso desaprender, numa linguagem educacional, essa visão teórica da vida, fazendo ruptura com essa posição abstrata corporativa, ruptura nesse conhecimento defasado frente à realidade atual do mundo.”

O professor recomenda adaptação radical às novas tecnologias, independente da área de trabalho. Segundo ele, é entrar de cabeça e com o coração nessa revolução. “É preciso total profissionalização corporativa, mas sempre com o aspecto humano. É coração, paixão e Inteligência emocional. De outra forma, também será possível uma morte precoce das empresas.”

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