Mujeres Brillantes querem revolucionar setor joalheiro

Débora Rodrigues

As brasileiras que integram o grupo Mujeres Brillantes se reunirão em outubro, em São Paulo, para debater a Agenda 2018. Em pauta estarão temas como o desenvolvimento de projetos sociais, educacionais e empresariais que têm servido de suporte para que as empresárias do mercado de luxo ocupem novos espaços.

A presidente do Mujeres Brillantes, Ali Pastorini, criou o grupo em 2016 e se diz realizada com os resultados. Só no Brasil já são mais de cem empresárias dos setores de joias, gemas e relógios que, em um mundo dominantemente masculino, têm participado mais de decisões do setor. E o movimento ganhou forças também em outros países, dentre eles Bolívia, Colômbia, México, Itália, Espanha, Romênia, Panamá e Portugal. Até aqui são 530 mulheres inscritas. “Cada dia mais mulheres brilhantes têm aderido ao movimento e isso é fundamental para o setor se desenvolver e crescer”.

Ali, que também é vice-presidente do World Jewerly Hub, a primeira Bolsa de Diamantes na América Latina, disse que o objetivo de ter formado o Mujeres Brillantes foi o destacar a importância dessas empresárias, após perceber que elas pouco participavam das decisões desse mercado. “Muitas se conectaram ao grupo para se projetarem nesse mundo predominantemente masculino”, explica a presidente. De acordo com Ali, a evolução do grupo se deve ao fato da mulher querer assumir seu papel diante da indústria. E para isso, busca a capacitação.

Durante os encontros, elas debatem sobre questões inerentes ao setor – cursos, vendas, expansão da marca, estratégias de negócio entre outros. Segundo a presidente, toda nova participante é bem-vinda. “O grupo tem um canal no Youtube, grupos de discussão no Facebook e no WhataApp, queremos mais participantes”, convida Ali

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