Você sabe a origem do ouro que está nas vitrines da sua loja?

Conheça o trabalho da ABRAMP para conscientizar e desenvolver ações para  uma mineração responsável

Por uma mineração legal, sustentável e viável

Estamos na entrada da Feira, venha nos visitar e tomar um café!!

O uso consciente dos recursos naturais e as implicações para o bem estar coletivo estão em evidência no mundo todo. Os principais países desenvolvidos estão comprometidos com soluções para problemas socioambientais. Nesse contexto, a atividade mineradora vem sendo cobrada mundialmente pela sociedade para adotar práticas sustentáveis. Grandes players da cadeia produtiva já estão se movimentando nessa direção, comprovando que essa é uma das maiores mudanças do setor nas últimas décadas.

Diante desse novo cenário global, surge a urgente necessidade da cadeia de metais preciosos rever suas práticas. A ABRAMP – Associação Brasileira dos Metais Preciosos – entidade sem fins lucrativos, foi criada em 2.017 para ajudar o setor a encontrar soluções para responder a essa nova realidade.

A entidade acredita que, com responsabilidade, a mineração de ouro e suas atividades associadas podem ter um efeito transformador no desenvolvimento socioeconômico brasileiro. Quando produzido em conformidade com padrões sociais, ambientais e de segurança, o ouro, assim como outros metais preciosos, oferece oportunidades de emprego, infraestrutura aprimorada e receita tributária.

“O trabalho da ABRAMP é justamente conciliar e garantir os interesses comuns de instituições, profissionais autônomos, garimpeiros e investidores ligados ao mercado de metais preciosos, sem causar danos ao meio ambiente e as comunidades. É um grande desafio, por isso atuamos em dois pilares: com ações de conscientização para toda a cadeia e em projetos de desenvolvimento humano e sustentável”, explica Rogério Manoel, presidente da organização. 

A entidade apoia políticas para reduzir os impactos ambientais, melhorar a proteção da saúde humana e a qualidade de vida dos garimpeiros, e garantir ao consumidor que ele tenha a opção de adquirir joias confeccionadas com metais de origem legal e sustentável.

Impacto ambiental e legalização

Pesquisas apontam que especialmente os consumidores mais jovens estão perguntando à indústria de joias como estão fabricando suas joias, de onde vêm os materiais, quem vive na região onde foram extraídos e o quanto o processo afetou o meio ambiente. Nesse sentido, tanto a indústria de joias como o varejo precisam dar respostas, assim como as mineradoras, precisam estar preparadas para responder a esse público.

A ABRAMP atua junto aos poderes Executivo e Legislativo com propostas e ações que buscam o desenvolvimento de boas condições de trabalho para os garimpeiros, gerando emprego e renda, além de uma extração mais limpa. A entidade promove cursos e palestras junto às principais áreas de garimpo do Brasil capacitando os profissionais para a exploração sustentável. 

Junto aos fabricantes e varejistas de joias, a entidade também promove encontros e esclarecimentos sobre a importância de se trabalhar somente com ouro de origem certificada. Segundo as últimas estimativas, o Brasil possui reservas com mais de duas mil toneladas de ouro. Com planejamento, essa riqueza mineral poderá ser explorada respeitando a vida humana e a natureza.

“Temos estudos que revelam que se protegermos as nascentes, promovermos ações limpas no garimpo e garantirmos o reflorestamento, é possível reduzir os danos ao meio ambiente. É nesse sentido que temos que mobilizar as empresas que se beneficiam da mineração para que elas possam gerar no consumidor final a confiança necessária para comprarem joias de procedência ética”, afirma Rogério.

Para a ABRAMP, as joalherias do varejo devem ter uma atuação ativa, cobrando das indústrias certificados que atestem a legalidade e procedência dos materiais. “Somente com toda a cadeia produtiva consciente e unida em torno desses objetivos, faremos as mudanças necessárias para que o ouro volte a brilhar com intensidade em nossa sociedade”, afirma o presidente. 

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