Estudo mostra as preocupações dos noivos quando compram um anel de noivado

A pesquisa revelou que o preço não está mais no topo da lista de prioridades do consumidor

Débora Rodrigues

Um novo estudo conduzido pelo varejista de joias Goldsmiths mostrou uma mudança nas prioridades que os britânicos enxergam quando se trata de dar ou receber um anel de compromisso.

O tipo de metal usado para a joia, segundo 50,3%, agora tem mais importância do que o tamanho do diamante – item mencionado por apenas 36,9% dos entrevistados como mais importante. De fato, o tipo de metal era mais importante para 59,5% dos consumidores de 45 a 54 anos do que o tamanho do diamante (31%).

Assim, enquanto a tradição afirma que o valor adequado para investir na compra de um anel de noivado é de até três meses de salários, essa nova pesquisa revelou que o preço não está mais no topo da lista de prioridades do consumidor. Outras preocupações listadas pelos entrevistados sobre as considerações que levaram em conta quando estavam em busca de seu anel perfeito incluíam o design geral do anel e se era prático.

Talvez uma das qualidades menos estéticas dos compradores de anéis do Reino Unido fosse a de saber se o diamante era de origem ética ou não. Na verdade, quase um terço dos jovens entre os 18 e os 24 anos afirmou que este era um ponto de venda essencial para eles quando escolheram um anel de noivado.

Um dos maiores obstáculos enfrentados por aqueles que planejam fazer a proposta é, naturalmente, ser capaz de descobrir o tamanho do anel de seus parceiros sem que saibam, para não estratar a surpresa, bem como garantir que, se eles souberem, o anel escolhido tem de agradar seus parceiros.

E quase a metade dos proponentes optam por abrir mão de um anel comprado às cegas, optando por tomar a decisão em conjunto com a outra metade. Esta é talvez a opção mais segura para ambas as partes, já que daqueles que admitiram não gostar do estilo de anel que seu parceiro lhes deu, 27,3% foram honestos o suficiente para compartilhar que estariam dispostos a pagar a diferença de preço pelo anel que realmente queria – e 19,2% dos seus parceiros disseram que os obrigariam a fazê-lo.

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