A linguagem secreta das flores nas joias

As diferentes representações de flores nas joias possuem significados únicos

Por Clara Lemos

Diamante Oscar Heyman Photo Courtesy

Dentre as linguagens misteriosas e ocultas na história, talvez a das flores seja a mais romântica. Desde o antigo Egito à China, ao livro Cântico dos Cânticos da Bíblia e às peças e sonetos de Shakespeare, encontramos significados emblemáticos para as flores. Este método de comunicação enigmática é denominado floriografia. A linguagem se tornou popular durante o século XIX. Na época, não era apropriado falar abertamente sobre emoções e sentimentos, a linguagem das flores veio então como um meio de comunicar sem dizer palavras.

A indústria das joias nunca esteve imune à floriografia, e existem maneiras de expressar sentimentos variados por meio de joias talhadas em flores, que possuem o bônus de serem eternas. Os brincos de ipomeia da JAR passam a ideia de sofrimento por amar em vão. Um broche de cardo Buccellati irá encorajar um amigo a tomar uma atitude positiva e encontrar sua força interior. Usar o broche de amor perfeito Oscar Heyman pode ser o ímpeto para abrir seu coração.

A flor de lis foi um clássico entre reis e nobres europeus na Idade Média, em joias e outras formas. No auge dos estudos botânicos, nos séc. XVII e XVIII, as joias de flores tornaram-se febre por toda parte. Durante a Art Noveau flores como copos de leite e tulipas tornaram-se clássicos e nos anos 50 e 60 ficaram mais opulentas, ostentadas por divas hollywoodianas. Joias de flores nunca saem de moda e são sempre reinterpretadas, ganhando novos significados ao passar dos momentos históricos. Nunca perdem a capacidade de transmitir a beleza e romantismo que só uma joia pode ter.

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