Joia brasileira chega ao Oriente Médio

Peças da Goldesing conquistam consumidores dos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Líbano

Débora Rodrigues

A joalheria brasileira tem encantado o mundo árabe por suas criações exóticas e cheias de pedras como diamante, pérolas, turmalinas e corais, além de muito ouro. E uma das responsáveis é a marca Goldesign, da mineira Ana Marcia Albuquerque.

Suas joias são exportadas para o Oriente Médio e chegam aos consumidores mais exigentes dos Emirados Árabes Unidos, Catar, Bahrein e Líbano. Os laços começaram há mais de uma década, quando a designer levou suas peças inspiradas na botânica brasileira. “Há muitas borboletas, pássaros e isso é lindo”, disse ela. “São pedras coloridas e uso topázio, água marinha e não é uma joia comum. Para mim, mais é mais”.

O reconhecimento no Oriente Médio veio depois de um concurso, em 2010, onde competiu com marcas da alta joalheria, como a  Piaget, Damiani e Chopard. E suas joias chegaram à final em duas categorias: Melhor Joalheria de Moda e Melhor Peça Oriental de  Joalheria com Design Oriental. E assim ela conseguiu conquistar esse mercado criativo e muito exigente. “É um mercado competitivo, onde estão as melhores coisas do mundo”, garante a empresária.

Formada em Arquitetura, ela começou a produzir suas próprias joias quando era jovem e os amigos amaram suas criações. E assim tem sido. “Eu amo a natureza. E acho que o que mais mostra de diferente no Brasil é a natureza”, diz ela. E o colorido foi parar em suas peças que sempre são grandes, cheias de pedras, brilhantes e excessivamente lindas.

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