Pinterest detecta o que não pode faltar no guarda-roupa dos usuários ao redor do globo

Por Flávia Ivo

Para descobrir tendências de moda, buscar ou postar inspirações de estilo, não há dúvidas de que o Pinterest é a rede social campeã. Verdadeiro catálogo recheado de peças do vestuário do Hemisfério Norte ao Sul. Mais precisamente, 21 bilhões de ideias sobre moda estão armazenadas lá, de acordo com o Relatório Global de Estilo do Pinterest 2018, lançado nesta semana.

Com base nas pesquisas de usuários dos cinco continentes, a rede chegou aos itens que, atualmente, não podem faltar no guarda-roupa. “Para identificar as tendências, analisamos dados de buscas e número de ideias salvas em um determinado período de tempo”, explica Larkin Brown, pesquisadora de usuários no Pinterest. Os percentuais de crescimento expostos nesta reportagem se referem ao recorte de janeiro a julho deste ano.

Uma curiosidade levantada por Brown é o impacto global obtido pela moda oriental, em especial a coreana e a japonesa. “Vimos aumentar em 94% o número de buscas por moda de rua da Coreia e um crescimento de buscas por peças marcantes japonesas, como quimonos – com aumento global de 121% – e itens com bordado japonês (151%) desde janeiro”, destaca.

No Brasil

Como os usuários da rede social têm característica planejadora, de descoberta visual e antecipação de tendências, a aproximação do inverno brasileiro fez subir, em 200%, no primeiro semestre, pesquisas sobre veludo cotelê, tecido que está em alta na temporada.

“Mulheres estão buscando ideias que funcionem para elas e encontrando formas de colocar o toque pessoal tanto nos looks que estão bombando como em visuais clássicos”, expõe Larkin Brown.

Sobre o que está por vir para a Primavera/Verão 2019 no Brasil, o Pinterest já sabe: estampas tropicais. As ideias salvas aumentaram 182% em relação ao ano passado.

“Identificamos, também, bolsas de tecelagem com alta de 573% nas buscas nos últimos 12 meses. Esses itens são versáteis o suficiente para combinar com qualquer look e ocasião”, lembra a pesquisadora da rede social.

 

Fonte: Hoje em dia

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