Como o comércio eletrônico e o Instagram estão ajudando as joalherias a vender nessa pandemia

Com lojas fechadas e consumidores confinados, a internet tomou a dianteira das vendas de joias

Por Gabriel Moura

A pandemia do COVID-19 fechou shoppings e lojas, fez o consumidor ter medo de gastar, mas joalherias americanas vem declarando que estão conseguindo se virar melhor do que o esperado. Segundo especialistas no mercado joalheiros, as joias são uma compra muito pessoal e as pessoas ainda estão sendo benevolentes consigo próprias, adquirindo mimos que sempre sonharam. É uma forma de se compensar pelo sofrimento imposto pela pandemia.

Muitos varejistas tiveram queda acentuada na receita com as lojas fechadas. Por outro lado, viram um aumento em nas vendas online e diminuição dos custos, o que em muitos casos, representou aumento no lucro líquido.

Algumas empresas realocaram o time de vendas para interagir com os consumidores pelo Instagram. O resultado foi um aumento nas vendas. Os profissionais se dedicaram a envolver os clientes por meio de bate-papos por videoconferência, e-mails, telefonemas, fornecendo soluções personalizadas e até aulas sobre o produto.

Em termos de negócios, a pandemia provou ser um acelerador da chama já brilhante das vendas omnichannel, recompensando as empresas que adotaram a venda não apenas por meio do comércio eletrônico, mas também diretamente no Instagram.

A Reinstein Ross, sediada na cidade de Nova York, é um exemplo de sucesso de vendas online. A joalheria  passou por um período de adaptação ao novo negócio com o coronavírus, mas encontrou uma vantagem em meio à interrupção.

Segundo a gerente da empresa as vendas diretas triplicaram. Embora a maioria dos clientes prefira entrar na loja para comprar e experimentar joias, eles estão se sentindo mais confortáveis ​​com as compras on-line e conversando com a equipe de vendas para tomar decisões de compra mais assertivas.

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