Folhagens cintilantes

Joalheria se inspira nas ramagens para nos reconectar com a natureza

Débora Rodrigues

Em tempos de tecnologia, a joalheria chega com uma proposta leve e natural. A natureza volta a captar a imaginação dos designers e as folhagens voltam a fazer parte do mundo das joias.

Grifes como Cartier, Piaget, Tiffany, Dior, Harry Winston, Boucheron e De Beers já captaram essa tendência e apresentam novidades que partem desse universo, ostentando peças cobertas de folhas.

Alimentado pelas nuances das estações do ano, as interpretações da natureza são um tema perene em coleções e um dos exemplos mais requintados da Chopard. O Jardim do Kalahari é construído sobre uma rede metafórica de flores, mas a natureza forneceu a Chopard um presente precioso para criá-lo. Enquanto isso, a Tiffany foi às florestas tropicais de Kauai, no Havaí, para inspirar seu cisne e a coleção Blue Book.

Não é de hoje, no entanto, que esse tema é explorado na joalheria. Os romanos já usavam motivos botânicos em suas peças. Outras civilizações também adotaram o formato das folhas nas joias. E assim tem sido ao longo dos séculos. Para a temporada de 2019, muitas coleções brasileiras incorporam a beleza da flora, numa ode à natureza generosa e selvagem, que floresce nas coleções que abrem a temporada.

As novidades que aos poucos vão invadindo as vitrines incorporam um toque tropical e vibrante às peças. Anéis, pulseiras, brincos e colares nos formatos ganham forma das mais diversas folhagens encontradas na natureza. Tudo isso em diferentes variações e com matérias nobres como o ouro, a prata e muitas gemas, das coradas aos diamantes. Em joias mais ousadas, as folhagens encontradas nos trópicos são o tema central, como as exuberantes folhas de palmeiras.

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