O aumento do interesse por joias na pandemia

Em tempos de crise, o investimento em joias aumenta, com a pandemia não foi diferente

Por Clara Lemos

Foto: Unsplash

Historicamente, em tempos de crise, o investimento em produtos que são eternos, como joias, aumenta. Com a pandemia do coronavírus não foi diferente, casas de leilões obtiveram muito sucesso durante os meses em que o mundo estava em confinamento. Mesmo que uma pequena parcela da população seja capaz de investir em joias, as vendas foram significativas para o setor, com valores inéditos, como o leilão do bracelete da Cartier pela Sothebys por U$ 1,34 milhão, o maior valor pago por uma joia em uma venda online.

Mas quais são as razões para, em momentos de crise, o interesse por joias aumentar? Um dos motivos principais é fazer das joias uma reserva de riqueza. Metais como o ouro representam segurança e longevidade. Outro motivo pela alta de investimento em joias é que, impossibilitados de fazer viagens de luxo e demais experiências, os mais ricos passaram a se presentear com joias. 

Mais um motivo importante é o bem estar que provoca o ato de adquirir joias e gemas, ou presentear pessoas especiais com as mesmas. Elas também são responsáveis por criar memórias afetivas e podem ser passadas para as próximas gerações. Além disso, passam a sensação de solidez e segurança em um mundo abalado por crises. A certeza de que a joia é eterna traz alento e esperança em um futuro melhor.

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