Será a idade o próximo pilar da diversidade?

Paris confirma a tendência que se iniciou em Milão: estilistas estão escalando modelos de outros tempos para as passarelas de hoje

Por Jorge Grimberg @jorgegrimberg

 

Legenda: Amber Valleta, 47 anos, e Kate Moss, 47 anos, para Fendace.
@fendi e @versace Instagram / Reprodução

 

Como seria o retorno dos desfiles presenciais? Essa pergunta se tornou uma constante nos bastidores da moda, na imaginação de como as grandes marcas de luxo iriam capturar a atenção das pessoas para a volta dos grandes eventos. O que não se imaginava é que a grande tendência do momento seria a idade.

Milão e Paris foram tomadas por modelos que já passaram por essas passarelas há 20 anos, em um movimento que deve se tornar cada mais recorrente e uma nova prática do mercado.

 

Carla Bruni, 53 anos, para Balmain.
@backstagemembers e @Balmain Instagram/Reprodução

 

Naomi Campbell, 51 anos, para Balmain.
@backstagemembers e @Balmain Instagram/Reprodução

 

Os 40 (e os 50) são os novos 20

Em meio às modelos da geração Z, ressurgiram nas passarelas internacionais grandes nomes que fizeram história por volta do ano 2000. Essas mulheres mais maduras iluminam as passarelas sem os filtros do Instagram, passando uma nova imagem para a moda que ultrapassa fronteiras.

“Tudo começou com o retorno das supermodels em Milão: Naomi Campbell, Kate Moss, Amber Valleta, Shalom Harlow. Às vezes, eles pareciam estar fazendo mais notícias do que as roupas. Agora a tendência está crescendo em Paris, passando do faturamento de celebridade para nomes mais privilegiados que desfilaram ao longo da passarela no início do milênio: Carmen Kass, Caroline Trentini, Natasha Poly, Mariacarla Boscono – mulheres cujos corpos e rostos parecem adultos e, às vezes, até mesmo vivos”, Vanessa Friedman, New York Times.

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