Bens Digitais: a nova categoria de investimentos das marcas

Gucci, Balenciaga, Hyundai e Nike são alguns nomes que já apostam na criação de linhas exclusivas para serem utilizadas no mundo virtual

Por Mundo Marketing

Depois do Facebook anunciar a mudança da sua marca corporativa para Meta e investir no metaverso, outras marcas começam a surgir interessadas na distribuição de bens digitais. A chegada do iFood ao mundo dos games com uma experiência no GTA mostrou uma pequena parte do que está por vir.

A bolsa Gucci Dionysus foi vendida por cerca de 4,115 dólares americanos na plataforma de jogos Roblox. Os compradores usaram dinheiro virtual Roblox, que não conta como criptomoeda e só pode ser usado dentro do aplicativo. O item não pode ser trocado, não pode ser usado fora da Roblox e custou mais do que uma bolsa física Gucci Dionysus.

Nessa mesma área de games, a Hyundai e Vans experimentaram criar universos digitais inteiros no Roblox. Até mesmo grifes de luxo aproveitam as estratégias: em maio, a Gucci trouxe versões digitais de suas bolsas e sapatos para o Roblox, permitindo que os usuários pudessem comprar acessórios para seu avatar vestir. A Balenciaga, por sua vez, fez parceria com a Epic Games para trazer uma linha de roupas dentro do jogo para Fortnite.

Balenciaga traz a moda digital ao Fortnite

De acordo com a Bloomberg, a Nike entrou com quatro pedidos no Escritório de Patentes e Marcas dos EUA na semana passada para registrar “bens virtuais para download” das marcas Nike e Jordan, incluindo sapatos e roupas.

Isso significa que as marcas estão começando a entender os bens virtuais como fontes de receita em potencial e não mais apenas como ferramentas experimentais de marketing.

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