Cliente abandonado: por que as empresas jogam fora seus consumidores mais fiéis?

Confira 5 dicas para fidelizar clientes

Por Nara Müller

Todo empresário ou empreendedor autônomo já deve ter se questionado “quanto” vale investir nos seus clientes atuais. Pessoalmente, venho me perguntando já há alguns anos por que as empresas parecem valorizar mais os clientes potenciais e novos do que aqueles que já conquistaram.

É claro que um bom gestor precisa estar sempre prospectando clientes e buscando formas de conquistá-los. Aliás, manter satisfeitos os consumidores atuais já não é o bastante para os fidelizar. É preciso estar sempre em contato com eles, buscando saber o que lhes agrada e o que pode ser feito para minimizar eventuais descontentamentos. Inclusive, evitar toda forma de descontentamento é crucial.

Aqui vão 5 dicas para fidelizar clientes:

1) Crie mecanismos de relacionamento constante com seus clientes atuais para aferir seu nível de satisfação e encantamento com os produtos e/ou serviços fornecidos. Afinal, abrir espaço para que o cliente se manifeste pode ser muito útil para você aperfeiçoar sua oferta;

2) Se a sua empresa foca na qualidade do produto e dos serviços que oferece, identifique logo de início qual o perfil de cada cliente. Ele está buscando essa qualidade acima de tudo ou parece mais suscetível ao preço? É importante reconhecer seu público-alvo e trabalhar para ele;

3) Saiba o que seus clientes querem mais e por que eles escolheram a sua empresa em detrimento da concorrência. O que você oferece de diferente para eles?

4) Dê atenção às necessidades individuais de seus clientes e, se possível adapte seus serviços para suprir essas necessidades;

5) Bajule seus clientes atuais. Mime-os. Faça-os falar tão bem de sua empresa que se eles próprios ajudem a atrair novos e bons clientes.

Ao cumprir a necessária tarefa de expandir a carteira de clientes da sua empresa, não incorra no erro de abandonar sua base fiel. Afinal, qual a lógica de simplesmente “trocar” o freguês já conquistado por um novo consumidor, se a retenção do primeiro custaria menos para a empresa – e seu contínuo encantamento ainda funcionaria como um ímã para novos clientes?

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